Primeiro livro publicado de Dan Brown, Fortaleza Digital é tão bom quanto O Código da Vinci. A primeira vez que ouvi falar dele, tava pesquisando no google sobre os livros do autor. Desde então me encantei pela sinopse, mas passei uns dois anos esperando para ter o livro e mais uns bons seis meses para lê-lo.
Seguindo a fórmula dos outros livros (ou os outros que seguem a desse), Fortaleza Digital tem um casal como protagonistas e envolve suspense e mistério em torno de um assunto que ameaça a segurança nacional.
O foco do livro é a NSA (Agência de Segurança Nacional norte-americana), onde trabalha Susan Fletcher, uma das mentes mais brilhantes dos EUA. Ela é criptóloga, e trabalha resolvendo algorítimos e mensagens codificadas de possíveis ameaças ao país. Na NSA existe, embora sob segredo, o TRANSLTR, um supercomputador criado para quebrar em alguns minutos qualquer código.
Certo dia, Susan acorda sendo chamada pelo comandante Strathmore, vice-diretor da NSA, à agência. Chegando lá, ele conta que o TRANSLTR está trabalhando em um único arquivo há dezoito horas. Sabendo que isso era matematicamente impossível, Susan custa um pouco a aceitar o fato. Strathmore, explica então, que o arquivo foi enviado por Ensei Tankado, ex-funcionário da NSA, um gênio japonês que nascera deformado devido à exposição de sua mãe à radiação causada pela bomba de Hiroshima.
Ensei Tankado postara o arquivo na net, afirmando que ele era inquebrável, e disse que só ele e seu comparsa North Dakota tinham a chave para quebrá-lo. E mais, avisou que se algo acontece com ele, North Dakota liberaria para dowload a chave, e assim qualquer computador do mundo poderia ser invisível para a NSA.
Enquanto tentam desvendar o código, o noivo de Susan, David Becker, o outro protagonista do livro, é enviado secretamente à Espanha por Strathmore, onde supostamente Ensei Tankado estaria escondido. Ali, no entanto, descobre que o gênio acabou morrendo por "ataque cardíaco". Só que, antes disso, Tankado entregara um anel a um turista canadense. David passa a correr atrás desse anel, sendo mandado de um lado para outro, numa busca tão implacável e cheia de reviravoltas quanto a de Robert Langdon pelo graal.
O livro conta com ótimas cenas de ação e suspense, nos deixando quase que roendo as unhas para sabermos o que de fato é o código, quem é North Dakota e quem realmente está por trás dos assassinatos cometidos por um misterioso mercenário.
Sim, Dan Brown não poderia deixar de lado seu rastro de serial killer, matando os personagens tão aleatória e rapidamente quanto puder. E são sempre misteriosos... e cometidos por alguém contratado por quem menos (ou não) esperamos.
Fortaleza Digital é um ótimo livro e conta com surpresas e reviravoltas que me fizeram gritar, marejar, fechar o livro e sentir vontade de jogá-lo pela janela do ônibus, fechar o livro e ir dormir em choque, e até mesmo abraçá-lo por alguns minutos. Mas... como a primeira obra de nosso mestre não poderia vir um mar de rosas, o livro tem um lado previsível. Consegui antes da metade do livro saber quem tava por trás de tudo e eu sabia mais ou menos como ia terminar.
Mas ok, continuo dando cinco estrelas para esse livro incrível. Aprendi muito com ele... sobre criptografia, sobre a NSA, sobre como enrolar recepcionistas de hotéis e como se passar por gente do consulado canadense hehe. Super recomendo!
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
O Código é de Da Vinci, mas o sucesso é de Dan Brown
Promovido para a posição de meu segundo livro favorito, atrás apenas de Mundo Sem Fim, O Código Da Vinci é sem comparações o maior sucesso de Dan Brown e um dos livros mais polêmicos que já li.
Eu tinha comprado o box em Maio de 2013, e demorei muitos meses para começar de fato a ler esse livro, mas foi só começar para se empolgar totalmente com a história impecável.
O livro conta a segunda aventura de Robert Langdon, cerca de um ano depois dos acontecimentos de Anjos e Demônios. Mundialmente famoso, Robert está em Paris para uma palavra sobre o tema de seu novo livro: o Sagrado Feminino.
De repente, o professor de iconografia religiosa e simbologia da Universidade de Harvard se depara com um novo desafio: desvendar o misterioso assassinato do curador do Museu do Louvre, Jacques Saunière, que havia marcado um encontro com ele para falarem sobre a adoração à deusa. Antes de falecer, Jacques deixou várias pistas criptografadas nas obras de arte e em seu próprio corpo.
Silas, um monge albino membro da Opus Dei, encarregado de impedir que Jacques informasse alguma coisa sobre o Priorado de Sião a alguém, foi o responsável pela morte do curador. Isso não é spoiler! Explicando... Opus Dei é como uma parte extremamente conservadora da Igreja Católica. O Priorado de Sião é uma sociedade secreta que guarda o segredo mais bem guardado da história.
Ao lado de Sophie Neveu, criptógrafa do Departamento de Polícia Judiciária Francesa e neta de Saunière, Robert vai desvendando aos poucos o caminho por trás das pistas do curador. E tudo aponta para os mistérios do Santo Graal.
E não vou falar mais... senão darei spoiler sobre a maior revelação da história da cristandade. Muitos devem saber, devido o filme, mas para aqueles que desconhecem, espero que você não seja daqueles chatos que ficam com raiva de um livro quando a ficção se mistura com a realidade e o que você acredita é contestado.
Vou fazer futuramente uma postagem no blog exclusiva para comentar a respeito dessa revelação, apontando pontos pró e contra. E para quem sabe do que estou falando, sim, eu acredito que isso seja possível.
Bem, essa resenha saiu um pouco bugada, mas está aí :) Leitura obrigatória! Amei o livro incondicionalmente e você também vai amar!
Eu tinha comprado o box em Maio de 2013, e demorei muitos meses para começar de fato a ler esse livro, mas foi só começar para se empolgar totalmente com a história impecável.
O livro conta a segunda aventura de Robert Langdon, cerca de um ano depois dos acontecimentos de Anjos e Demônios. Mundialmente famoso, Robert está em Paris para uma palavra sobre o tema de seu novo livro: o Sagrado Feminino.
De repente, o professor de iconografia religiosa e simbologia da Universidade de Harvard se depara com um novo desafio: desvendar o misterioso assassinato do curador do Museu do Louvre, Jacques Saunière, que havia marcado um encontro com ele para falarem sobre a adoração à deusa. Antes de falecer, Jacques deixou várias pistas criptografadas nas obras de arte e em seu próprio corpo.
Silas, um monge albino membro da Opus Dei, encarregado de impedir que Jacques informasse alguma coisa sobre o Priorado de Sião a alguém, foi o responsável pela morte do curador. Isso não é spoiler! Explicando... Opus Dei é como uma parte extremamente conservadora da Igreja Católica. O Priorado de Sião é uma sociedade secreta que guarda o segredo mais bem guardado da história.
Ao lado de Sophie Neveu, criptógrafa do Departamento de Polícia Judiciária Francesa e neta de Saunière, Robert vai desvendando aos poucos o caminho por trás das pistas do curador. E tudo aponta para os mistérios do Santo Graal.
E não vou falar mais... senão darei spoiler sobre a maior revelação da história da cristandade. Muitos devem saber, devido o filme, mas para aqueles que desconhecem, espero que você não seja daqueles chatos que ficam com raiva de um livro quando a ficção se mistura com a realidade e o que você acredita é contestado.
Vou fazer futuramente uma postagem no blog exclusiva para comentar a respeito dessa revelação, apontando pontos pró e contra. E para quem sabe do que estou falando, sim, eu acredito que isso seja possível.
Bem, essa resenha saiu um pouco bugada, mas está aí :) Leitura obrigatória! Amei o livro incondicionalmente e você também vai amar!
domingo, 15 de junho de 2014
Anjos e Demônios... mas sem anjos e demônios
A primeira aventura de Robert Langdon, um famoso professor de simbologia de Harvard, Anjos e Demônios, do autor Dan Brown, é um livro genial do começo ao fim.
Primeiro, acho que os livros dele seguem uma fórmula... Não, isso não é algo ruim. Mas pode vir a ser cansativo.
No começo, morre alguém conceituado em um lugar famoso. Depois, chamam o Robert e ele vai para uma cidade mundialmente famosa. Em seguida, ele conhece uma mulher linda e inteligente que tem alguma ligação com o assassinado. E daí começam a aventura por códigos, obras de arte e misteriosos assassinatos.
No caso de Anjos e Demônios, no prólogo o físico Leonardo Vetra é assassinado em seu laboratório, onde ele está realizando uma pesquisa revolucionária.
Quando o corpo é encontrado está marcado nele um ambigrama (palavra que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo) e para desvendá-lo, chamam Robert Langdon.
Assim, o gênio que protagoniza o livro descobre que os Iluminatti, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos, pode está por trás do assassinato.
A investigação leva Langdon e a bela cientista italiana Vittória Vetra à Roma, às vesperas do conclave que vai eleger o novo papa.
A partir de então, o livro desenrola com uma série de cenas impecáveis, onde o autor une a eterna "inimizade" entre ciência e religião, com história da arte, com mistério e suspense, sempre instigando o leitor a pensar sobre questões polêmicas e a analisar com outro olhar o mundo a nossa volta.
As últimas emoções desse livro são incríveis! Fica muito entre "vou jogar o livro na parede com raiva" e "vou abraçar e ama-lo para o resto da vida". Queria poder falar mais sobre o livro, mas qualquer detalhe pode ser um spoiler, então vou parar por aqui!
Dan Brown é um gênio sem comparações!
Super recomendo Anjos e Demônios e qualquer coisa que esse cara escrever!
Primeiro, acho que os livros dele seguem uma fórmula... Não, isso não é algo ruim. Mas pode vir a ser cansativo.
No começo, morre alguém conceituado em um lugar famoso. Depois, chamam o Robert e ele vai para uma cidade mundialmente famosa. Em seguida, ele conhece uma mulher linda e inteligente que tem alguma ligação com o assassinado. E daí começam a aventura por códigos, obras de arte e misteriosos assassinatos.
No caso de Anjos e Demônios, no prólogo o físico Leonardo Vetra é assassinado em seu laboratório, onde ele está realizando uma pesquisa revolucionária.
Quando o corpo é encontrado está marcado nele um ambigrama (palavra que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo) e para desvendá-lo, chamam Robert Langdon.
Assim, o gênio que protagoniza o livro descobre que os Iluminatti, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos, pode está por trás do assassinato.
A investigação leva Langdon e a bela cientista italiana Vittória Vetra à Roma, às vesperas do conclave que vai eleger o novo papa.
A partir de então, o livro desenrola com uma série de cenas impecáveis, onde o autor une a eterna "inimizade" entre ciência e religião, com história da arte, com mistério e suspense, sempre instigando o leitor a pensar sobre questões polêmicas e a analisar com outro olhar o mundo a nossa volta.
As últimas emoções desse livro são incríveis! Fica muito entre "vou jogar o livro na parede com raiva" e "vou abraçar e ama-lo para o resto da vida". Queria poder falar mais sobre o livro, mas qualquer detalhe pode ser um spoiler, então vou parar por aqui!
Dan Brown é um gênio sem comparações!
Super recomendo Anjos e Demônios e qualquer coisa que esse cara escrever!
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