O terceiro e talvez melhor livro da Saga Encantadas, intitulado Poder, encerra (ou começa - depende do ponto de vista), uma das melhores leituras do ano. Eu amei a trilogia!
Poder tem como personagens principais o Príncipe e o Caçador, sim os mesmo que você já conhece dos livros anteriores, só que dessa vez o livro conta a história anterior à Veneno.
Tudo começa quando o rei e a rainha de determinado reino percebem que seu filho, único herdeiro do Trono, precisa assumir mais responsabilidades e ter maior conhecimento de mundo. Então decidem envia-lo em uma missão numa misteriosa cidade coberta por uma muralha de plantas, por onde ninguém entra ou sai. Para auxilia-lo e não deixa-lo morrer (afinal o Príncipe era mimado e nunca saíra em uma missão de verdade) o Rei escolhe o melhor caçador da região.
Assim, os dois partem em uma aventura e logo se deparam com uma casa onde um senhora idosa era atacada por um lobo. O Caçador a salva.
Petra, a neta da velhinha, uma garota decidida, cheia de curiosidade devido a um uivo que sempre escuta vindo do outro lado da muralha, resolve acompanha-los.
Sim, Chapeuzinho Vermelho se une ao Caçador e ao Príncipe Encantado numa missão ao reino da Bela Adormecida... que aqui não chama Aurora, e sim Bela mesmo!
A história segue e descobrimos que essa Bela é a outra Bela. também conhecida dos contros de fadas... E não vou contar mais, porque qualquer nova informação é spoiler do livro.
Enfim, o livro é muito bom! A história nos surpreende muitas vezes, e acho que esse volume é o que tem maior numero de referência aos contos originais: Chapeuzinho Vermelho, A Bela e A Fera, A Bela Adormecida, Rapunzel, fora que os dois protagonistas estão também em Cinderela e Branca de Neve.
Quem leu os livros anteriores e não torceu o nariz, com certeza vai gostar desse livro. Aqui, as cenas de sexo e sangue ficam ainda mais fortes e chocantes, o que nos faz de uma fez por todas acreditar que os contos de fadas não são feitos para crianças!
Agora, corra atrás dos livros da trilogia e aproveite a leitura! ;)
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terça-feira, 16 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Um sapatinho de cristal...
Até a metade do livro eu já estava me preparando para intitular a postagem de "Cinderela vadia" ou algo do tipo, mas o andar da carruagem me fez mudar de ideia.
Feitiço é o segundo volume da Saga Encantadas, continuando com perfeição essa trilogia que já começou espetacular!
Assim como Veneno reconta a história de Branca de neve, o foco da vez é a Cinderela.
O livro começa mostrando que muitas crianças estão desaparecendo na floresta e com a presença de um personagem intrigante.
Logo, somos apresentados a uma moça linda, ruiva e de aparência simples. Cinderela. Filho de um jornalista falido, mora com o pai, a madrasta e uma das filhas dela, já que a mais velha casou-se com um conde. Já sabemos que Cinderela é quem faz os serviços domésticos e tal... mas Feitiço revela uma garota invejosa e arrogante, que passa os dias amargurada sonhando com o dia em que casaria com o príncipe e poderia "sambar na cara da sociedade".
Cinderela tem um amigo, a quem chama de Buttons, que trabalha no castelo do Rei e traz coisas de lá de vez em quando. Tirando dos ricos para dar aos pobres. Acho que você também conhece essa história. Ainda não? "Robin" te diz alguma coisa?
Então, o livro continua e logo podemos notar a presença de um camundongo marrom muito parecido com um certo personagem do livro anterior... e sabemos de rumores de um rigoroso inverno causado por uma tempestade cujo centro é um outro certo castelo real. Enfim, as histórias estão conectadas!
Rose, a filha mais nova da madrasta, ao contrário da história que já conhecemos, é a pessoa mais fofa e meiga do livro. E Cinderela evolui com bastante intensidade ao longo do volume.
Com personagens intrigantes, apaixonantes e odiáveis, Feitiço superou Veneno. É ainda melhor que o primeiro e espero que o terceiro ganhe do segundo. A trilogia já é uma das minhas favoritas! Cinco estrelas muito bem merecidas no skoob.
Super recomendo para todos os fãs dos contos de fadas e para qualquer apreciador de uma boa fantasia ;)
Feitiço é o segundo volume da Saga Encantadas, continuando com perfeição essa trilogia que já começou espetacular!
Assim como Veneno reconta a história de Branca de neve, o foco da vez é a Cinderela.
O livro começa mostrando que muitas crianças estão desaparecendo na floresta e com a presença de um personagem intrigante.
Logo, somos apresentados a uma moça linda, ruiva e de aparência simples. Cinderela. Filho de um jornalista falido, mora com o pai, a madrasta e uma das filhas dela, já que a mais velha casou-se com um conde. Já sabemos que Cinderela é quem faz os serviços domésticos e tal... mas Feitiço revela uma garota invejosa e arrogante, que passa os dias amargurada sonhando com o dia em que casaria com o príncipe e poderia "sambar na cara da sociedade".
Cinderela tem um amigo, a quem chama de Buttons, que trabalha no castelo do Rei e traz coisas de lá de vez em quando. Tirando dos ricos para dar aos pobres. Acho que você também conhece essa história. Ainda não? "Robin" te diz alguma coisa?
Então, o livro continua e logo podemos notar a presença de um camundongo marrom muito parecido com um certo personagem do livro anterior... e sabemos de rumores de um rigoroso inverno causado por uma tempestade cujo centro é um outro certo castelo real. Enfim, as histórias estão conectadas!
Rose, a filha mais nova da madrasta, ao contrário da história que já conhecemos, é a pessoa mais fofa e meiga do livro. E Cinderela evolui com bastante intensidade ao longo do volume.
Com personagens intrigantes, apaixonantes e odiáveis, Feitiço superou Veneno. É ainda melhor que o primeiro e espero que o terceiro ganhe do segundo. A trilogia já é uma das minhas favoritas! Cinco estrelas muito bem merecidas no skoob.
Super recomendo para todos os fãs dos contos de fadas e para qualquer apreciador de uma boa fantasia ;)
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Branca de Neve e Rainha Má... divas!
"Repense seus vilões", nos alerta Veneno logo de cara. Bem, o negócio é que essa frase é um grande spoiler bem camuflado, porque a gente passa o livro todo achando uma coisa e no final, apenas no final, o livro nos surpreende com a resposta para isso.
Veneno é o primeiro livro da Saga Encantadas, e começa a trilogia de modo espetacular!
Trata-se de uma versão ousada e surpreendente dos contos de fadas. Aqui, temos como protagonistas Branca de Neve e a Rainha Má. Só que a autora prova que nem sempre a mocinha é a princesa pura, inocente e perfeitinha, e que uma rainha má
tem seus próprios motivos para ser má.
Sem spoilers, com a frase citada lá em cima, passei o livro esperando que os papéis de vilã e mocinha se invertessem, só que... bem, não foi exatamente o que eu esperava.
Lilith, a Rainha Má, é uma mulher muito bonita, sexy e autoritária. Casada com um rei pomposo que acaba partindo para a guerra, em busca de expandir seu território, ela decide ter o respeito do povo através do medo, já que não o tem por amor. Branca de Neve, apenas quatro anos mais jovem que sua madrasta, é uma garota ainda mais bonita. Conhecida por sua simpatia e bondade, é amada por todos os plebeus do reino, e vive em tabernas, dançando e bebendo cerveja ao lado dos anões que trabalham nas minas.
Acompanhamos também a história do Caçador. É um homem corajoso que respeita a natureza, e vê na morte de sua caça, algo que deve ser compensado de alguma outra forma. Numa de suas aventuras vai parar nas mãos de Lilith... E você já deve conhecer essa parte da história.
Uma coisa que achei muito interessante nessa história é que Lilith é bisneta da bruxa de João e Maria, o que explica seus dons para a magia negra. E essa nada simpática velhinha promete algo maior para os próximos livros (suposição rsrs).
Enfim, com personagens muito intrigantes, cenas empolgantes que beiram o erotismo, diálogos sarcásticos, e um final digníssimo, esse livro já ganhou cinco estrelas no skoob e já está na minha lista de favoritos.
Agora peraí que vou ali ler o segundo volume da trilogia ;)
Veneno é o primeiro livro da Saga Encantadas, e começa a trilogia de modo espetacular!
Trata-se de uma versão ousada e surpreendente dos contos de fadas. Aqui, temos como protagonistas Branca de Neve e a Rainha Má. Só que a autora prova que nem sempre a mocinha é a princesa pura, inocente e perfeitinha, e que uma rainha má
tem seus próprios motivos para ser má.
Sem spoilers, com a frase citada lá em cima, passei o livro esperando que os papéis de vilã e mocinha se invertessem, só que... bem, não foi exatamente o que eu esperava.
Lilith, a Rainha Má, é uma mulher muito bonita, sexy e autoritária. Casada com um rei pomposo que acaba partindo para a guerra, em busca de expandir seu território, ela decide ter o respeito do povo através do medo, já que não o tem por amor. Branca de Neve, apenas quatro anos mais jovem que sua madrasta, é uma garota ainda mais bonita. Conhecida por sua simpatia e bondade, é amada por todos os plebeus do reino, e vive em tabernas, dançando e bebendo cerveja ao lado dos anões que trabalham nas minas.
Acompanhamos também a história do Caçador. É um homem corajoso que respeita a natureza, e vê na morte de sua caça, algo que deve ser compensado de alguma outra forma. Numa de suas aventuras vai parar nas mãos de Lilith... E você já deve conhecer essa parte da história.
Uma coisa que achei muito interessante nessa história é que Lilith é bisneta da bruxa de João e Maria, o que explica seus dons para a magia negra. E essa nada simpática velhinha promete algo maior para os próximos livros (suposição rsrs).
Enfim, com personagens muito intrigantes, cenas empolgantes que beiram o erotismo, diálogos sarcásticos, e um final digníssimo, esse livro já ganhou cinco estrelas no skoob e já está na minha lista de favoritos.
Agora peraí que vou ali ler o segundo volume da trilogia ;)
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Dragões de Éter - Top da fantasia nacional
Uma capa linda e um título que chama atenção! Só que, os mesmos nos fazem criar uma ideia do livro totalmente diferente do que ele é. "Não julgue um livro pela capa" faz todo o sentido aqui. Mas calma! Não me entenda mal... Esse livro é PERFEITO e já considero a terceira melhor leitura do ano (atrás apenas de Mundo Sem Fim e A Tormenta de Espadas).
Caçadores de Bruxas, da trilogia Dragões de Éter é um livro nacional de fantasia, lançado em 2007 e rapidamente bem-sucedido.
Há muito tempo eu conhecia a série por nome e sempre imaginei que se tratava de uma história medieval com cavaleiros, guerras épicas e, claro, dragões, incendiando vilas e castelos.
No entanto, assim que tive a oportunidade e comecei a ler, me surpreendi de forma muito positiva. A trilogia trata-se de uma nova versão dos clássicos contos de fadas. Aqui, temos na visão de Raphael Draccon, um história mais sombria, mais curiosa, mais explicativa e bem mais realista (embora seja impossível deixar a magia de lado quando se fala de contos de fadas).
A história de Dragões de Éter se passa em Nova Ether, um mundo onde a magia existe, acompanhada de reinos, heróis, piratas e fadas. Vendo assim, parece muito "Era uma vez [...] E foram felizes para sempre." Mas não se engane, aqui os piratas são cruéis, a vida dos plebeus é difícil, heróis nem sempre são reconhecidos e criaturas mágicas são caçadas.
Tudo começa quando Ariane Narin, uma menina do Reino de Arzallum, vê a avó sendo devorada por um lobo marcado pela magia negra. E logo, dois irmãos, João e Maria Hanson, vão parar na casa de uma velhinha nada simpática, ludibriados por um feitiço e, por pouco, escapam de ser devorados. Tais fatos quebram a paz que o Rei Primo Branford conseguira após a terrível Caçadas às Bruxas, de vinte anos atrás. Se passam alguns anos, e o filho bastardo do pirata mais temido de todos os tempos, na ambição de superar o próprio pai, decide atacar.
E então o desenrolar da história é incrível!
Com personagens apaixonantes, cenas hilárias, geniais, tensas e desesperadoras, o livro é ótimo. Merece as cinco estrelas no skoob. Há quem não tenha gostado do estilo da narrativa de Raphael Draccon, mas eu aprovei! Lendo o livro, me senti numa taberna de Westeros (se me permitem improvisar um crossover), no meio de uma madrugada chuvosa, escutando histórias contadas por um bardo, ou um pescador, ou um bêbado qualquer... De qualquer forma, a narração é fluida e interessante, embora realmente seja demasiado explicativa. Não descritiva ao estilo Tolkien, mas explicativa mesmo.
Recomendo muito o livro para qualquer fã de literatura fantástica e para aqueles que ainda insistem em dizer que o Brasil não produz bons livros. ;) Leiam!
Caçadores de Bruxas, da trilogia Dragões de Éter é um livro nacional de fantasia, lançado em 2007 e rapidamente bem-sucedido.
Há muito tempo eu conhecia a série por nome e sempre imaginei que se tratava de uma história medieval com cavaleiros, guerras épicas e, claro, dragões, incendiando vilas e castelos.
No entanto, assim que tive a oportunidade e comecei a ler, me surpreendi de forma muito positiva. A trilogia trata-se de uma nova versão dos clássicos contos de fadas. Aqui, temos na visão de Raphael Draccon, um história mais sombria, mais curiosa, mais explicativa e bem mais realista (embora seja impossível deixar a magia de lado quando se fala de contos de fadas).
A história de Dragões de Éter se passa em Nova Ether, um mundo onde a magia existe, acompanhada de reinos, heróis, piratas e fadas. Vendo assim, parece muito "Era uma vez [...] E foram felizes para sempre." Mas não se engane, aqui os piratas são cruéis, a vida dos plebeus é difícil, heróis nem sempre são reconhecidos e criaturas mágicas são caçadas.
Tudo começa quando Ariane Narin, uma menina do Reino de Arzallum, vê a avó sendo devorada por um lobo marcado pela magia negra. E logo, dois irmãos, João e Maria Hanson, vão parar na casa de uma velhinha nada simpática, ludibriados por um feitiço e, por pouco, escapam de ser devorados. Tais fatos quebram a paz que o Rei Primo Branford conseguira após a terrível Caçadas às Bruxas, de vinte anos atrás. Se passam alguns anos, e o filho bastardo do pirata mais temido de todos os tempos, na ambição de superar o próprio pai, decide atacar.
E então o desenrolar da história é incrível!
Com personagens apaixonantes, cenas hilárias, geniais, tensas e desesperadoras, o livro é ótimo. Merece as cinco estrelas no skoob. Há quem não tenha gostado do estilo da narrativa de Raphael Draccon, mas eu aprovei! Lendo o livro, me senti numa taberna de Westeros (se me permitem improvisar um crossover), no meio de uma madrugada chuvosa, escutando histórias contadas por um bardo, ou um pescador, ou um bêbado qualquer... De qualquer forma, a narração é fluida e interessante, embora realmente seja demasiado explicativa. Não descritiva ao estilo Tolkien, mas explicativa mesmo.
Recomendo muito o livro para qualquer fã de literatura fantástica e para aqueles que ainda insistem em dizer que o Brasil não produz bons livros. ;) Leiam!
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Fantasia nacional que merecia mais destaque!
Nem lembro como conheci esse livro, mas sei que fiquei curioso de cara! Quando descobri que minha amiga Vitória Cholanda tinha o livro, decidi lê-lo.
Antes de pegar Almas Seladas li dois volumes da HQ que vêm sendo produzida, que na verdade contam a história dos dois primeiros capítulos do livro.
Algoritmos Sagrados é uma série de fantasia nacional que trata de dois jovens que nasceram predestinados um ao outro. Só que o livro não é nada o romance que você deve estar imaginando.
Layla é uma garota sem sorte. Na verdade sem sorte é pouco. Como se tivesse nascido amaldiçoada, Layla não conhece a felicidade. Todo mundo que ela gosta morre e nada em sua vida parece dar certo.
Por outro lado, Victor tem tudo o que deseja e é a pessoa mais sortuda do mundo. Filho de milionários (que ficaram milionários depois de seu nascimento), ele sempre teve tudo e todos gostam dele.
Eles se encontram por acaso e acabam se apaixonando. Layla conhece o que é ser feliz, e logo, Victor vai descobrir como se sente alguém que sofre.
Só que o livro não foca só em seu romance. Paralelo a isso, temos um mistério a respeito dos Maias. Algo que provavelmente vai ter conexão com o casal, nos próximos livros.
Com um começo pouco empolgante mas bom, um meio apaixonante, um clímax de tirar o fôlego e uma última frase lacradora/destruidora/derrubadora de forninhos, o livro deixou uma ótima impressão! Quero muito ler o segundo volume, Máscaras Reveladas.
Aviso de amigo: Não leiam, nem que por acidente, a última frase do livro! Eu fiz isso e me arrependo, pois ela de fato tirou parte da emoção do final. Embora eu ainda tenha ficado mega surpreendido.
Super recomendo a leitura do livro. Por não ter sido amplamente divulgado, o livro é pouco conhecido e não é fácil de achar, mas você pode procurar informações de "onde comprar" no skoob do escritor M.L. Pontes. Divirtam-se!
Antes de pegar Almas Seladas li dois volumes da HQ que vêm sendo produzida, que na verdade contam a história dos dois primeiros capítulos do livro.
Algoritmos Sagrados é uma série de fantasia nacional que trata de dois jovens que nasceram predestinados um ao outro. Só que o livro não é nada o romance que você deve estar imaginando.
Layla é uma garota sem sorte. Na verdade sem sorte é pouco. Como se tivesse nascido amaldiçoada, Layla não conhece a felicidade. Todo mundo que ela gosta morre e nada em sua vida parece dar certo.
Por outro lado, Victor tem tudo o que deseja e é a pessoa mais sortuda do mundo. Filho de milionários (que ficaram milionários depois de seu nascimento), ele sempre teve tudo e todos gostam dele.
Eles se encontram por acaso e acabam se apaixonando. Layla conhece o que é ser feliz, e logo, Victor vai descobrir como se sente alguém que sofre.
Só que o livro não foca só em seu romance. Paralelo a isso, temos um mistério a respeito dos Maias. Algo que provavelmente vai ter conexão com o casal, nos próximos livros.
Com um começo pouco empolgante mas bom, um meio apaixonante, um clímax de tirar o fôlego e uma última frase lacradora/destruidora/derrubadora de forninhos, o livro deixou uma ótima impressão! Quero muito ler o segundo volume, Máscaras Reveladas.
Aviso de amigo: Não leiam, nem que por acidente, a última frase do livro! Eu fiz isso e me arrependo, pois ela de fato tirou parte da emoção do final. Embora eu ainda tenha ficado mega surpreendido.
Super recomendo a leitura do livro. Por não ter sido amplamente divulgado, o livro é pouco conhecido e não é fácil de achar, mas você pode procurar informações de "onde comprar" no skoob do escritor M.L. Pontes. Divirtam-se!
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
O Menino Prodígio do Crime
Artemis Fowl é o nome de uma série com vários livros cujo protagonista é o anti herói Artemis Fowl, um menino gênio de 12 anos de idade com tendências criminosas.
Tudo começa com o livro O Menino Prodígio do Crime (só li esse até agora), onde instigado por um lenda que acredita ser verdade, Artemis vai em busca de descobrir e roubar o ouro das fadas.
Calma! Isso não tem nada a ver com contos de fadas, passeio pelo arco-íris ou fadinhas reluzentes com asinhas de borboletas soltando purpurina.
Confesso que também torci o nariz ao ouvir "fadas". Mas as fadas de Artemis Fowl são um povo que vive no subterrâneo, escondidos dos humanos (ou Povo da Lama, como costumam nos chamar). Elas são criaturas muito parecidas conosco, só que baixinhaslike a Hobbits, e com tecnologia mega avançada. E as asas que usam são mecânicas.
O pai de Artemis está desaparecido e sua mãe desde então vive reclusa em seu quarto, estando o menino por conta próprio. Seu guarda-costas Butler, um homem alto e forte, é o que ele tem mais próximo de um "responsável".
Holly Short divide com Artemis o posto de personagens principais do livro. Ela é um elfo, capitã da LEPrecon, a polícia de elite das fadas, mas especificamente do esquadrão de reconhecimento.
Tudo começa quando Artemis consegue roubar o Livro das Fadas e desvenda seu alfabeto. Então ele bola um plano para roubar o ouro das fadas, uma fortuna incomensurável e muito bem guardada. Acaba sequestrando Holly Short.
Artemis Fowl é um livro bom, mas não dou cinco estrelas... talvez quatro, só por causa do final e do primeiro capítulo. O começo é espetacular e nos faz querer ler, mas o meio é muito chato... pensei em parar várias vezes. Ok, Artemis é meu terceiro gênio favorito (atrás apenas de Annabeth e Robert Langdon) e o livro é cheio de cenas divertidas, mas não consegui gostar tanto assim. Mas o final... genial! Os últimos capítulos salvaram o livro e fizeram a leitura ter valido a pena.
Agora me sinto curioso pelo resto da saga e espero que ela melhore muito daqui para frente! Apesar de tudo, recomendo a leitura. Tire suas próprias conclusões!
Tudo começa com o livro O Menino Prodígio do Crime (só li esse até agora), onde instigado por um lenda que acredita ser verdade, Artemis vai em busca de descobrir e roubar o ouro das fadas.
Calma! Isso não tem nada a ver com contos de fadas, passeio pelo arco-íris ou fadinhas reluzentes com asinhas de borboletas soltando purpurina.
Confesso que também torci o nariz ao ouvir "fadas". Mas as fadas de Artemis Fowl são um povo que vive no subterrâneo, escondidos dos humanos (ou Povo da Lama, como costumam nos chamar). Elas são criaturas muito parecidas conosco, só que baixinhas
O pai de Artemis está desaparecido e sua mãe desde então vive reclusa em seu quarto, estando o menino por conta próprio. Seu guarda-costas Butler, um homem alto e forte, é o que ele tem mais próximo de um "responsável".
Holly Short divide com Artemis o posto de personagens principais do livro. Ela é um elfo, capitã da LEPrecon, a polícia de elite das fadas, mas especificamente do esquadrão de reconhecimento.
Tudo começa quando Artemis consegue roubar o Livro das Fadas e desvenda seu alfabeto. Então ele bola um plano para roubar o ouro das fadas, uma fortuna incomensurável e muito bem guardada. Acaba sequestrando Holly Short.
Artemis Fowl é um livro bom, mas não dou cinco estrelas... talvez quatro, só por causa do final e do primeiro capítulo. O começo é espetacular e nos faz querer ler, mas o meio é muito chato... pensei em parar várias vezes. Ok, Artemis é meu terceiro gênio favorito (atrás apenas de Annabeth e Robert Langdon) e o livro é cheio de cenas divertidas, mas não consegui gostar tanto assim. Mas o final... genial! Os últimos capítulos salvaram o livro e fizeram a leitura ter valido a pena.
Agora me sinto curioso pelo resto da saga e espero que ela melhore muito daqui para frente! Apesar de tudo, recomendo a leitura. Tire suas próprias conclusões!
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Filhos do Éden: anjos, deuses, mitologia americana e guerras...
Para quem acha que literatura nacional moderna não pode ser comparada à americana, aqui vai um ótimo exemplo de livro brasileiro que samba na cara dos americanos...
O autor carioca Eduardo Spohr é bastante conhecido por sua obra A Batalha do Apocalipse, que é um livro maravilhoso, mas vou dedicar essa postagem à série Filhos do Éden, que na minha opinião é tão boa quanto.
O Spohrverso (como os fãs chamam o universo criado por Spohr) é complexo e envolve boa parte dos deuses conhecidos. Nele, Yaweh, o Deus com D maiúsculo, criou o universo com a ajuda dos arcanjos, mas depois recolheu-se para o descanso do sétimo dia, entregando o governo do mundo a seus primogênitos. Os demais deuses são espíritos de humanos que eram adorados, e acabaram evoluindo para uma existência superior. E há muitos deuses... Dos gregos aos indígenas.
O livro um de Filhos do Éden, Herdeiros de Atlântida, foca em dois personagens Kaira e Denyel. Kaira é uma capitã celeste, anjo a serviço de Gabriel, que acabou perdendo a memória e indo parar na Terra. Levih e Urakin, anjos subordinados a ela, um anjo da guarda e um anjo guerreiro, são enviados para resgatá-la. Em paralelo conhecemos Denyel, um querubim exilado que tenta voltar aos exércitos celestes.
Juntos, os quatro se unem em uma missão rumo à cidade perdida de Atlântida. No caminho, desvendam mistérios à séculos escondidos, e precisam enfrentar anjos, demônios e deuses inimigos.
Por falar em inimigos, Yaga e Andril são dois dos meus vilões favoritos. Ambos são anjos, mas do time de Miguel, e têm o objetivo de acabar com Kaira.
Quando li o livro eu me apaixonei pela série e, com o final destruidor, fiquei muito ansioso pelo segundo livro. E sim, esse livro tem um dos melhores finais de primeiros livros...
A continuação, Anjos da Morte, é o livro dos sonhos para quem gosta de misturar fantasia com realismo... Além de focar nos dois personagens já conhecidos, ele se passa em dois tempos diferentes. Kaira está numa nova missão (que não comentar sobre para não dar spoilers sobre o final do primeiro livro). Os pontos de vista de Denyel se passam ao longo do século XX, entre guerras e passeios por Paris, quando o querubim era um anjo da morte, um esquadrão especial incumbido de viver entre os humanos e estudar suas guerras. Nesse livro também conhecemos personagens incríveis, como Ismael, o cão Zac e o humano mais foda do Spohrverso. Conhecer a história de Denyel foi divino. Ele é incrível!
Quando o livro foi anunciado na última página de Herdeiros de Atlântida, fiquei muito ansioso, mas acabei esperando quase um ano após o lançamento, para ler o livro. Mas quando li... super valeu a pena cada minuto esperado. Que livro perfeito!
A série será uma trilogia. O terceiro título será Paraíso Perdido, e segundo o tio Edu Spohr, ele terá de fantástico, o que o anterior teve de realista. E para quem já terminou Anjos da Morte, sabe muito bem a que ele se refere...
Bem, sei que não consegui fazer uma resenha muito decente, mas fica a dica: LEIA!
O autor carioca Eduardo Spohr é bastante conhecido por sua obra A Batalha do Apocalipse, que é um livro maravilhoso, mas vou dedicar essa postagem à série Filhos do Éden, que na minha opinião é tão boa quanto.
O Spohrverso (como os fãs chamam o universo criado por Spohr) é complexo e envolve boa parte dos deuses conhecidos. Nele, Yaweh, o Deus com D maiúsculo, criou o universo com a ajuda dos arcanjos, mas depois recolheu-se para o descanso do sétimo dia, entregando o governo do mundo a seus primogênitos. Os demais deuses são espíritos de humanos que eram adorados, e acabaram evoluindo para uma existência superior. E há muitos deuses... Dos gregos aos indígenas.
O livro um de Filhos do Éden, Herdeiros de Atlântida, foca em dois personagens Kaira e Denyel. Kaira é uma capitã celeste, anjo a serviço de Gabriel, que acabou perdendo a memória e indo parar na Terra. Levih e Urakin, anjos subordinados a ela, um anjo da guarda e um anjo guerreiro, são enviados para resgatá-la. Em paralelo conhecemos Denyel, um querubim exilado que tenta voltar aos exércitos celestes.Juntos, os quatro se unem em uma missão rumo à cidade perdida de Atlântida. No caminho, desvendam mistérios à séculos escondidos, e precisam enfrentar anjos, demônios e deuses inimigos.
Por falar em inimigos, Yaga e Andril são dois dos meus vilões favoritos. Ambos são anjos, mas do time de Miguel, e têm o objetivo de acabar com Kaira.
Quando li o livro eu me apaixonei pela série e, com o final destruidor, fiquei muito ansioso pelo segundo livro. E sim, esse livro tem um dos melhores finais de primeiros livros...
A continuação, Anjos da Morte, é o livro dos sonhos para quem gosta de misturar fantasia com realismo... Além de focar nos dois personagens já conhecidos, ele se passa em dois tempos diferentes. Kaira está numa nova missão (que não comentar sobre para não dar spoilers sobre o final do primeiro livro). Os pontos de vista de Denyel se passam ao longo do século XX, entre guerras e passeios por Paris, quando o querubim era um anjo da morte, um esquadrão especial incumbido de viver entre os humanos e estudar suas guerras. Nesse livro também conhecemos personagens incríveis, como Ismael, o cão Zac e o humano mais foda do Spohrverso. Conhecer a história de Denyel foi divino. Ele é incrível!
Quando o livro foi anunciado na última página de Herdeiros de Atlântida, fiquei muito ansioso, mas acabei esperando quase um ano após o lançamento, para ler o livro. Mas quando li... super valeu a pena cada minuto esperado. Que livro perfeito!
A série será uma trilogia. O terceiro título será Paraíso Perdido, e segundo o tio Edu Spohr, ele terá de fantástico, o que o anterior teve de realista. E para quem já terminou Anjos da Morte, sabe muito bem a que ele se refere...
Bem, sei que não consegui fazer uma resenha muito decente, mas fica a dica: LEIA!
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
A Dança dos Dragões... Muito Gelo e Muuuito Fogo!
Escrever uma resenha decente de A Dança dos
Dragões, o livro cinco de As Crônicas de Gelo e Fogo vai ser um problema! O
livro é muito grande e muita coisa acontece!
Primeiramente, agora posso me considerar
oficialmente membro da comunidade westerosi. Li os cinco livros lançados e
posso fazer minhas próprias teorias sobre o que está por vir em Os Ventos de
Inverno.
A impressão que ficou sobre A Dança dos Dragões, foi que, junto de O Festim dos Corvos, aqui encerra-se o segundo ato das crônicas. Deu-se mais um passo para o desfecho tão esperado.
O livro tem cerca de 810 páginas de história, quase tão grande quanto A Tormenta de Espadas, mas não chega nem perto da maestria do terceiro livro. Mesmo assim, A Dança é o segundo melhor.
O prólogo é espetacular, talvez o meu favorito dos cinco. Ele acontece antes dos acontecimentos finais do terceiro livro e é no ponto de vista de Varamyr Seis-Peles.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Lendas polonesas para ler em meia horinha...
Passeando pela biblioteca da faculdade, me deparo com o livro O Dragão de Wawel e Outras Lendas Polonesas, daí decidi pegar o livro para ler.Ele é pequeno e de leitura muito rápida, mas as histórias contadas nele são bem legais. Foi um livro divertido, nada excepcional, mas curioso.
As lendas poloneses chegam a ser tão ingênuas e inocentes quanto histórias de ninar, mas é esse lirismo que deixa o livro ainda mais agradável.
É uma boa leitura para se distrair por meia horinha numa fila de banco, no ônibus ou em casa de bobeira. ;)
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Efeito Manticore: Um pouco de tudo!
Sempre via esse livro na livraria e ficava babando na belíssima capa, mas como ele é o livro dois da série e eu nunca via o livro um, nunca comprei. Só que lá estava eu na biblioteca da faculdade, quando vejo Efeito Manticore divando na estante. Não hesitei em pegar.
Embora seja o segundo volume da série Crônicas dos Senhores de Castelo, Efeito Manticore pode ser lido antes do primeiro, O Poder Verdadeiro, pois a história é diferente e o livro é cheio de notas de rodapé que tiram toda e qualquer dúvida sobre o universo, na verdade o Multiverso, criado pelos autores.
Efeito Manticore é um livro de fantasia e ficção científica, brilhantemente elaborado. Podemos perceber a influencia de vários escritores renomados, como Tolkien, Asimov, J.K., Stephen King, e dos criadores de Star Wars.
A história gira em torno de um grupo de amigos que viveram uma aventura no passado. Kullat, Thagir, Laryssa e Azio. Kullat e Thagir são Senhores de Castelo. É algo como os jedi, pessoas com poderes especiais treinadas para defender e manter a ordem do Multiverso. Laryssa é a princesa do reino Agas'B, e estuda para se tornar uma Senhora de Castelo. E Azio é seu autômato, que demonstra agora sentimentos bem humanos. Os amigos se reúnem com Larys, pai de Laryssa e rei de Agas'B, e com mais alguns Senhores de Castelo, para celebrar a paz e a prosperidade do reino.
No entanto, comandados pelo poderoso feiticeiro Volgo, um grupo de vilões ataca inesperadamente e sequestra um dos nossos amigos. É quando a aventura começa! Volgo e sua capanga Ivora são alguns dos meus favoritos do livro. Ele, um vilão poderoso e sem escrúpulos. Ela, uma vilã impulsiva.
Mas não tem como não se apaixonar por cada um dos quatro protagonistas. Cada um tem pontos que cativam e nos fazem torcer por eles. Outros como o rei, o capitão do barco e até mesmo o cozinheiro, deixam o livro ainda mais amável.
O livro tem quase 400 páginas, mas os capítulos são bem curtos e a leitura é tão empolgante que eu li super rápido. A mitologia, a organização política, a hierarquia acadêmica e os detalhes dos festejos, enfim, tudo o que foi criado para a série, me cativaram bastante!
Eu adorei a leitura desse livro e com certeza ele se tornou um dos meus livros nacionais favoritos. Sim, a série é nacional! Criado por dois nerds brasileiros.
Recomendo para qualquer fã de fantasia!
Embora seja o segundo volume da série Crônicas dos Senhores de Castelo, Efeito Manticore pode ser lido antes do primeiro, O Poder Verdadeiro, pois a história é diferente e o livro é cheio de notas de rodapé que tiram toda e qualquer dúvida sobre o universo, na verdade o Multiverso, criado pelos autores.
Efeito Manticore é um livro de fantasia e ficção científica, brilhantemente elaborado. Podemos perceber a influencia de vários escritores renomados, como Tolkien, Asimov, J.K., Stephen King, e dos criadores de Star Wars.
A história gira em torno de um grupo de amigos que viveram uma aventura no passado. Kullat, Thagir, Laryssa e Azio. Kullat e Thagir são Senhores de Castelo. É algo como os jedi, pessoas com poderes especiais treinadas para defender e manter a ordem do Multiverso. Laryssa é a princesa do reino Agas'B, e estuda para se tornar uma Senhora de Castelo. E Azio é seu autômato, que demonstra agora sentimentos bem humanos. Os amigos se reúnem com Larys, pai de Laryssa e rei de Agas'B, e com mais alguns Senhores de Castelo, para celebrar a paz e a prosperidade do reino.
No entanto, comandados pelo poderoso feiticeiro Volgo, um grupo de vilões ataca inesperadamente e sequestra um dos nossos amigos. É quando a aventura começa! Volgo e sua capanga Ivora são alguns dos meus favoritos do livro. Ele, um vilão poderoso e sem escrúpulos. Ela, uma vilã impulsiva.
Mas não tem como não se apaixonar por cada um dos quatro protagonistas. Cada um tem pontos que cativam e nos fazem torcer por eles. Outros como o rei, o capitão do barco e até mesmo o cozinheiro, deixam o livro ainda mais amável.
O livro tem quase 400 páginas, mas os capítulos são bem curtos e a leitura é tão empolgante que eu li super rápido. A mitologia, a organização política, a hierarquia acadêmica e os detalhes dos festejos, enfim, tudo o que foi criado para a série, me cativaram bastante!
Eu adorei a leitura desse livro e com certeza ele se tornou um dos meus livros nacionais favoritos. Sim, a série é nacional! Criado por dois nerds brasileiros.
Recomendo para qualquer fã de fantasia!
quarta-feira, 18 de junho de 2014
O Espelho da Intenção: Amável, inspirador e com um final emocionante!
Quando vi uma mensagem da autora divulgando seu trabalho e li a sinopse, fiquei bastante curioso em ler O Espelho da Intenção.
Entrei em contato com a autora brasileira, Agueda Faon, e ela me enviou um e-mail com um arquivo em PDF do livro.
O livro é lindo! É extremamente repleto de fantasia, nesse livro tudo é possível. Confesso que de cara achei um pouco exagerado, e até absurdo, mas com algumas páginas à frente fui compreendendo e me acostumando ao mundinho perfeito criado pela autora.
O enredo gira em torno de Victor, um menino que vive em um orfanato cheio de regras rígidas, mas que devido a um problema que acontece com ele enquanto esta dormindo, ele nunca consegue ser adotado. Quando cresce um pouco mais, conhece Lucas e Melissa, dois novos amigos o ajudaram a desvendar os mistérios de seu passado.
É aí que eles descobrem um livro em branco que revela coisas sobre a vida de quem o lê. Com as informações que pegam do livro, os três amigos descobrem a existência de outros mundos e logo notam que Victor pode descender destes seres fantásticos.
Através de um espelho incomum, Victor terá o primeiro contato com este mundo até então desconhecido, mas vai descobrir também que precisará explorar muitas páginas do misterioso livro, para que possa entender o passado, e modificar o futuro.
O livro envolve questões filosóficas, religiosas, e une amor e amizade de uma forma muito bonita. Pessoalmente, não sou uma pessoa religiosa então não levei o livro para o lado divino da coisa, mas levarei comigo os ensinamentos de respeito e amor ao próximo.
Bem, se eu tivesse o livro físico teria lido em um ou dois dias devido à fluidez da leitura. A história deixa a pessoa curiosa e os personagens são bastante cativantes. E o final é espetacular. Uma cena muito emocionante é seguida de um final lindo e bastante digno!
Recomendo a leitura para todos aqueles que gostam de fantasia e de livros que passam mensagens legais. E acho que toda criança também deveria ler esse livro! Aqui embaixo, segue um trecho do livro:
“O próximo segundo pode ser decisivo! Pode levar e trazer pessoas, oportunidades, sonhos, sentimentos bons, sentimentos ruins, vida, morte, bênçãos, maldições! Assim é o fluxo da vida. A cada segundo, somos controlados pelas nossas escolhas, pela reação que teremos com o que o próximo segundo nos reserva! O que nos espera no final deste fluxo ainda é mistério, pelo menos para mim! Alguns livros me disseram que retornamos para iniciar um novo fluxo; outros, que somos avaliados e direcionados para o lugar onde merecemos estar; outros ainda, que o fluxo, simplesmente, se encerra! Eu fico satisfeito em acreditar que, no final, todos viverão em um mesmo fluxo de paz e felicidade eternas, porque o presente de existir é eterno!”
Entrei em contato com a autora brasileira, Agueda Faon, e ela me enviou um e-mail com um arquivo em PDF do livro.
O livro é lindo! É extremamente repleto de fantasia, nesse livro tudo é possível. Confesso que de cara achei um pouco exagerado, e até absurdo, mas com algumas páginas à frente fui compreendendo e me acostumando ao mundinho perfeito criado pela autora.
O enredo gira em torno de Victor, um menino que vive em um orfanato cheio de regras rígidas, mas que devido a um problema que acontece com ele enquanto esta dormindo, ele nunca consegue ser adotado. Quando cresce um pouco mais, conhece Lucas e Melissa, dois novos amigos o ajudaram a desvendar os mistérios de seu passado.
É aí que eles descobrem um livro em branco que revela coisas sobre a vida de quem o lê. Com as informações que pegam do livro, os três amigos descobrem a existência de outros mundos e logo notam que Victor pode descender destes seres fantásticos.
Através de um espelho incomum, Victor terá o primeiro contato com este mundo até então desconhecido, mas vai descobrir também que precisará explorar muitas páginas do misterioso livro, para que possa entender o passado, e modificar o futuro.
O livro envolve questões filosóficas, religiosas, e une amor e amizade de uma forma muito bonita. Pessoalmente, não sou uma pessoa religiosa então não levei o livro para o lado divino da coisa, mas levarei comigo os ensinamentos de respeito e amor ao próximo.
Bem, se eu tivesse o livro físico teria lido em um ou dois dias devido à fluidez da leitura. A história deixa a pessoa curiosa e os personagens são bastante cativantes. E o final é espetacular. Uma cena muito emocionante é seguida de um final lindo e bastante digno!
Recomendo a leitura para todos aqueles que gostam de fantasia e de livros que passam mensagens legais. E acho que toda criança também deveria ler esse livro! Aqui embaixo, segue um trecho do livro:
“O próximo segundo pode ser decisivo! Pode levar e trazer pessoas, oportunidades, sonhos, sentimentos bons, sentimentos ruins, vida, morte, bênçãos, maldições! Assim é o fluxo da vida. A cada segundo, somos controlados pelas nossas escolhas, pela reação que teremos com o que o próximo segundo nos reserva! O que nos espera no final deste fluxo ainda é mistério, pelo menos para mim! Alguns livros me disseram que retornamos para iniciar um novo fluxo; outros, que somos avaliados e direcionados para o lugar onde merecemos estar; outros ainda, que o fluxo, simplesmente, se encerra! Eu fico satisfeito em acreditar que, no final, todos viverão em um mesmo fluxo de paz e felicidade eternas, porque o presente de existir é eterno!”
terça-feira, 10 de junho de 2014
Quando os reinos caem, você precisa escolher um lado!
Três reinos compõe Mítica, um terra onde já ouve magia, mas que ela está esquecida a muitos anos. Limeros, Paelsia e Auranos. Os três reinos entram em combate. E quatro jovens enfrentam seus destinos. De qual lado você vai ficar?
A Queda dos Reinos é um livro de fantasia que já atrai pela capa linda e misteriosa.Embora A Queda dos Reinos tenha um começo impecável, eu pensei "é só mais um livro normal".
Só que quando realmente passei a me dedicar à leitura e cheguei mais ou menos da metade do livro, acontece uma coisa que eu fiquei com vontade de gritar!
Sério, após esse pequeno fato, uma sucessão de cenas perfeitas, cheias de ação começam a acontecer a cada capítulo.
E mortes!
Acho que a autora Morgan Rhodes decidiu fazer cosplay de GRRM e começou a matar vários de seus personagens. E nunca são mortes chatas e sem importância. São mortes que mudam o curso da história dos personagens!
O ponto alto do livro, além da diagramação belíssima, é seus personagens. São quatro protagonistas: Cleo, a filha mais nova do rei de Auranos; Magnus, o primogênito do rei de Limeros; Jonas, um camponês rebelde de Paelsia; e Lucia, uma garota adotada pela família real de Limeros que busca a verdade sobre seu passado.
Meu favorito é Magnus, cuja evolução ao longo da história foi surpreendente. O pai dele é um cara totalmente odiável em quem ninguém deveria confiar... mas tá, sem spoiler.
Eu amei cada um dos reinos. Limeros, no Norte, um reino frio onde o povo é muito religioso e tradicional. Paelsia, o reino mais pobre dos três, cujo povo sobrevive de plantações escassas, exceto a de uvas. Vinho e uvas sustentam a economia de Paelsia, embora o reino seja explorado pelos vizinhos do Sul. Auranos, o reino do Sul, o mais rico e luxuoso, de abundantes terras verdes.
A única coisa de odiei no livro, e isso é algo bom, foi o personagem Aron, noivo de Cleo! Cara, dá vontade de matar!
O livro fará parte de uma série de quatro livros. Já tem dois livros publicados no Brasil (o segundo se chama Primavera Rebelde) e três lá fora.
Bem, acho que é só! Super recomendo o livro, ele merece muito cinco estrelas.
E cuidado: like a GoT, seu personagem favorito pode morrer a qualquer momento!
A Queda dos Reinos é um livro de fantasia que já atrai pela capa linda e misteriosa.Embora A Queda dos Reinos tenha um começo impecável, eu pensei "é só mais um livro normal".
Só que quando realmente passei a me dedicar à leitura e cheguei mais ou menos da metade do livro, acontece uma coisa que eu fiquei com vontade de gritar!
Sério, após esse pequeno fato, uma sucessão de cenas perfeitas, cheias de ação começam a acontecer a cada capítulo.
E mortes!
Acho que a autora Morgan Rhodes decidiu fazer cosplay de GRRM e começou a matar vários de seus personagens. E nunca são mortes chatas e sem importância. São mortes que mudam o curso da história dos personagens!
O ponto alto do livro, além da diagramação belíssima, é seus personagens. São quatro protagonistas: Cleo, a filha mais nova do rei de Auranos; Magnus, o primogênito do rei de Limeros; Jonas, um camponês rebelde de Paelsia; e Lucia, uma garota adotada pela família real de Limeros que busca a verdade sobre seu passado.
Meu favorito é Magnus, cuja evolução ao longo da história foi surpreendente. O pai dele é um cara totalmente odiável em quem ninguém deveria confiar... mas tá, sem spoiler.
Eu amei cada um dos reinos. Limeros, no Norte, um reino frio onde o povo é muito religioso e tradicional. Paelsia, o reino mais pobre dos três, cujo povo sobrevive de plantações escassas, exceto a de uvas. Vinho e uvas sustentam a economia de Paelsia, embora o reino seja explorado pelos vizinhos do Sul. Auranos, o reino do Sul, o mais rico e luxuoso, de abundantes terras verdes.
A única coisa de odiei no livro, e isso é algo bom, foi o personagem Aron, noivo de Cleo! Cara, dá vontade de matar!
O livro fará parte de uma série de quatro livros. Já tem dois livros publicados no Brasil (o segundo se chama Primavera Rebelde) e três lá fora.
Bem, acho que é só! Super recomendo o livro, ele merece muito cinco estrelas.
E cuidado: like a GoT, seu personagem favorito pode morrer a qualquer momento!
quarta-feira, 4 de junho de 2014
O Festim dos Corvos... e quantos corvos!
Acostumados com A Tormenta de Espadas, as
pessoas partem para O Festim dos Corvos com sede de sangue, e daí se
decepcionam com o livro ao descobrir que ele não segue o mesmo ritmo do
anterior.
Em O Festim dos Corvos, o que restou após A
Tormenta de Espadas, são cadáveres espalhados para todo lado! O reino está
devastado, com vilas incendiadas, órfãos abandonados, corpos enforcados por
todos os lados, cadáveres boiando nos rios, e bandos de fora-da-lei espalhados
pelas estradas. Assim sendo, os corvos se banqueteiam no cadáver de Westeros.
O livro é bem diferente dos três primeiros,
principalmente pela falta de vários personagens amados pelos fãs, como Jon,
Danny e Tyrion. Bran e Davos também não aparecem.
No entanto, sem eles, alguns outros puderam dar
um ar da graça, como Cersei, cujos capítulos me surpreenderam. Gostei muito
dela, mas Cersei continua sendo uma vadia odiável.
terça-feira, 27 de maio de 2014
The Rains of Castamere [SPOILER A TORMENTA DE ESPADAS]
Se você ainda não viu a resenha de A Tormenta de Espadas clique aqui. Agora que estamos só nós que já lemos o livro ou os mais ousados, aqui vai ter uma chuva de spoilers!
Falando em chuva, leiam um trecho de As Chuvas de Castamere:
- "E assim falou, e assim falou,
- o senhor de Castamere,
- mas agora a chuva chora no seu salão,
- e ninguém está lá para a ver."
A pérola de George R.R. Martin!
A Tormenta de Espadas, o terceiro livro d’As
Crônicas de Gelo e Fogo é, na minha opinião, o melhor livro da série. O autor
pega o mundinho que ele construiu com todo o cuidado nos livros anteriores e
vira do avesso sem aviso prévio!
São 884 páginas desconstruindo Westeros e
deixando cadáveres para todo lado.
O livro começa após o fim da Batalha da Água
Negra, quando os personagens estão se recuperando ou percebendo as consequências
da guerra.
Vemos logo no início pelo ponto de vista de Tyrion,
agora ainda mais feio com uma cicatriz enorme no rosto e um nariz a menos, que
lorde Tywin Lannister veio assumir seu posto de Mão do Rei Joffrey Baratheon. E
já que falamos no líder dos leões, Tywin merece todos os créditos como o melhor
personagem do livro. Ele é genial, ardiloso e cruel. Sem mais!
Mesmo com a morte de Renly Baratheon, a guerra
não demonstra sinais de terminar, já que Robb Stark, Stannis Baratheon e o
Trono de Ferro ainda lutam entre si. E eis que surgiu dos confins das Ilhas de
Ferro, Balon Greyjoy, se intitulando rei e reivindicando seu poder.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O inverno ainda está chegando...
O segundo livro de As
Crônicas de Gelo e Fogo começa logo após o fim do primeiro, quando um
cometa vermelho passa no céu de Westeros e Essos, podendo ser visto por
qualquer pessoa em um dos continentes.
Neste livro, George R.R. Martin foca nas intrigas, tramas e traições que envolvem a guerra pelo Trono de Ferro. Aqui, todo mundo quer ser o rei!
Força de expressão à parte, os Sete Reinos agora contam com quatro soberanos que se intitulam reis: Joffrey Baratheon (cof cof... Lannister), o herdeiro "legítimo" do Trono de Ferro; Stannis Baratheon, o rei do Mar Estreito, irmão mais novo de Robert que acusa a rainha Cersei de incesto e diz que Joff é fruto de seu amor com o irmão; Renly Baratheon, o rei de Jardim de Cima, o irmão caçula de Robert, que reivindica o trono alegando ser o único preparado para sentar nele; e Robb Stark, declarado por seus vassalos o Rei do Norte.
Em A Fúria dos Reis, a teia que começou a ser tecida no livro anterior se complica ainda mais, com o surgimento de novos personagens e o amadurecimento dos antigos. Surgem novos pontos de vista.
Todos os personagens passam por situações nas quais precisam tomar decisões importantes que os ajudam a "evoluir" para um degrau acima em meu conceito.
As estrelas do livro foram Tyrion Lannister e Arya Stark. Tyrion foi quem teve mais pontos de vista e ganha grande destaque, arquitetando planos geniais e acrescentando um toque de humor às intrigas de Porto Real. Arya se mostra cada vez mais corajosa, embora tenha que se submeter a homens maus em Harrenhal. No entanto os meus favoritos, me julguem, foram Theon Greyjoy, que ganhou um destaque inesperado, e Sansa Stark, que se mostrou a típica mocinha injustiçada e adoro isso nela.
Em geral, o livro é tão eletrizante quanto o primeiro, exceto nos capítulos da Catelyn e do Davos, que achei meio chatos, embora ambos vivam partes muito importantes no desenrolar da história. Cat, com o filho Robb, e Davos com Stannis e Melisandre.
Daenerys teve poucos pontos de vista, mas podemos observar seu enorme desenvolvimento, e o de seus dragões, que crescem a cada dia e ainda prometem muito ação!
Outro tema abordado em A Fúria dos Reis é a magia. Descobrimos que "a noite é escura e cheia de terrores" com Melisandre de Asshai, uma personagem misteriosa, que embora pouco vista, nessas poucas vezes mostra as garras e conquista seu espaço. Bran também, com seus sonhos de lobo, parece desenvolver algum tipo de dom ao longo do livro e suponho que ele será um dos personagens principais no desfecho dessa saga.
Na Muralha e além dela, Jon Snow, o bastardo de Winterfell, mostra que o iminente inverno virá acompanhado de assustadores inimigos. Ele parte com os outros patrulheiros para lá da Muralha e acaba conhecendo e se envolvendo com a selvagem Ygritte. São ótimos capítulos.
Os lobos dos Stark e os três dragões da Danny são um show à parte no livro!
A Fúria dos Reis funciona mais com uma ponte que liga o começo ao magnífico desenrolar da trama, e faz muito bem seu papel!
Neste livro, George R.R. Martin foca nas intrigas, tramas e traições que envolvem a guerra pelo Trono de Ferro. Aqui, todo mundo quer ser o rei!
Força de expressão à parte, os Sete Reinos agora contam com quatro soberanos que se intitulam reis: Joffrey Baratheon (cof cof... Lannister), o herdeiro "legítimo" do Trono de Ferro; Stannis Baratheon, o rei do Mar Estreito, irmão mais novo de Robert que acusa a rainha Cersei de incesto e diz que Joff é fruto de seu amor com o irmão; Renly Baratheon, o rei de Jardim de Cima, o irmão caçula de Robert, que reivindica o trono alegando ser o único preparado para sentar nele; e Robb Stark, declarado por seus vassalos o Rei do Norte.
Em A Fúria dos Reis, a teia que começou a ser tecida no livro anterior se complica ainda mais, com o surgimento de novos personagens e o amadurecimento dos antigos. Surgem novos pontos de vista.
Todos os personagens passam por situações nas quais precisam tomar decisões importantes que os ajudam a "evoluir" para um degrau acima em meu conceito.
As estrelas do livro foram Tyrion Lannister e Arya Stark. Tyrion foi quem teve mais pontos de vista e ganha grande destaque, arquitetando planos geniais e acrescentando um toque de humor às intrigas de Porto Real. Arya se mostra cada vez mais corajosa, embora tenha que se submeter a homens maus em Harrenhal. No entanto os meus favoritos, me julguem, foram Theon Greyjoy, que ganhou um destaque inesperado, e Sansa Stark, que se mostrou a típica mocinha injustiçada e adoro isso nela.
Em geral, o livro é tão eletrizante quanto o primeiro, exceto nos capítulos da Catelyn e do Davos, que achei meio chatos, embora ambos vivam partes muito importantes no desenrolar da história. Cat, com o filho Robb, e Davos com Stannis e Melisandre.
Daenerys teve poucos pontos de vista, mas podemos observar seu enorme desenvolvimento, e o de seus dragões, que crescem a cada dia e ainda prometem muito ação!
Outro tema abordado em A Fúria dos Reis é a magia. Descobrimos que "a noite é escura e cheia de terrores" com Melisandre de Asshai, uma personagem misteriosa, que embora pouco vista, nessas poucas vezes mostra as garras e conquista seu espaço. Bran também, com seus sonhos de lobo, parece desenvolver algum tipo de dom ao longo do livro e suponho que ele será um dos personagens principais no desfecho dessa saga.
Na Muralha e além dela, Jon Snow, o bastardo de Winterfell, mostra que o iminente inverno virá acompanhado de assustadores inimigos. Ele parte com os outros patrulheiros para lá da Muralha e acaba conhecendo e se envolvendo com a selvagem Ygritte. São ótimos capítulos.
Os lobos dos Stark e os três dragões da Danny são um show à parte no livro!
A Fúria dos Reis funciona mais com uma ponte que liga o começo ao magnífico desenrolar da trama, e faz muito bem seu papel!
A melhor saga épica de todos os tempos
Em A Guerra dos Tronos, o "bom velhinho" George R.R. Martin apresenta a aclamada série As Crônicas de Gelo e Fogo.
Aqui começa uma saga fantástica num novo mundo criado por Martin. A maior parte do primeiro livro é ambientada em Westeros, um continente com as proporções da América, onde há Sete Reinos, cada um governado por um lorde. No entanto, há um rei soberano, a quem todos devem prestar lealdade, o Rei do Trono de Ferro.
Em Westeros um verão pode durar décadas, e o inverno, toda uma vida!
Boa parte do livro é contada pelo ponto de vista de um dos Stark, uma família tradicional e honrada da fria Winterfell e protetores do Norte. Mas também acompanhamos pelos olhos de Tyrion Lannister e Daenereys Targaryen.
O lorde Eddard Stark foi convidado para ser o novo Mão do Rei por seu amigo de batalha, o rei Robert Baratheon, quando o antigo morreu de forma suspeita. Ele aceita após um acidente com um de seus filhos. Quando parte para Porto Real, ele percebe que entrou em um implacável Jogo dos Tronos, onde "você vence ou você morre".
O livro é repleto de personagens incríveis e muito bem construídos. Esse é um dos grandes pontos de George Martin. Seus personagens são de uma humanidade tão verossímil à nossa realidade, que o livro nem parece ser de fantasia. Tyrion, um anão da família mais rica de Westeros e irmão da Rainha Cersei, e Danny, por direito, herdeira dos Sete Reinos, mas em constante fuga dos assassinos contratos pelo “usurpador” Robert Baratheon ao lado do irmão Viserys, são os personagens favoritos de boa parte dos fãs.
O livro é grande, mas quando começamos a ler e entramos no mundo de Gelo e Fogo somos envolvidos de tal maneira na história que só é possível soltar o livro após as 567 páginas. A Guerra dos Tronos é uma aventura inteligente e empolgante do começo ao fim! Por falar em começo, o prólogo de A Guerra dos Tronos é espetacular e já deixa bem claro à que veio.
Nesse livro você não sabe em quem confiar ou se um personagem estará vivo no próximo capítulo... Não existe personagem totalmente bom ou totalmente mal. Todos tem seus defeitos e suas qualidades. Tudo pode acontecer em um virar de páginas. Quando você se apega a alguém, G.R.R.M. vai lá e o mata! Sem dó nem remorso. Mas isso deixa o livro e seus personagens ainda mais memoráveis.
Super recomendo!
E como dizem os Stark, "O Inverno Está Chegando..."
Aqui começa uma saga fantástica num novo mundo criado por Martin. A maior parte do primeiro livro é ambientada em Westeros, um continente com as proporções da América, onde há Sete Reinos, cada um governado por um lorde. No entanto, há um rei soberano, a quem todos devem prestar lealdade, o Rei do Trono de Ferro.
Em Westeros um verão pode durar décadas, e o inverno, toda uma vida!
Boa parte do livro é contada pelo ponto de vista de um dos Stark, uma família tradicional e honrada da fria Winterfell e protetores do Norte. Mas também acompanhamos pelos olhos de Tyrion Lannister e Daenereys Targaryen.
O lorde Eddard Stark foi convidado para ser o novo Mão do Rei por seu amigo de batalha, o rei Robert Baratheon, quando o antigo morreu de forma suspeita. Ele aceita após um acidente com um de seus filhos. Quando parte para Porto Real, ele percebe que entrou em um implacável Jogo dos Tronos, onde "você vence ou você morre".
O livro é repleto de personagens incríveis e muito bem construídos. Esse é um dos grandes pontos de George Martin. Seus personagens são de uma humanidade tão verossímil à nossa realidade, que o livro nem parece ser de fantasia. Tyrion, um anão da família mais rica de Westeros e irmão da Rainha Cersei, e Danny, por direito, herdeira dos Sete Reinos, mas em constante fuga dos assassinos contratos pelo “usurpador” Robert Baratheon ao lado do irmão Viserys, são os personagens favoritos de boa parte dos fãs.
O livro é grande, mas quando começamos a ler e entramos no mundo de Gelo e Fogo somos envolvidos de tal maneira na história que só é possível soltar o livro após as 567 páginas. A Guerra dos Tronos é uma aventura inteligente e empolgante do começo ao fim! Por falar em começo, o prólogo de A Guerra dos Tronos é espetacular e já deixa bem claro à que veio.
Nesse livro você não sabe em quem confiar ou se um personagem estará vivo no próximo capítulo... Não existe personagem totalmente bom ou totalmente mal. Todos tem seus defeitos e suas qualidades. Tudo pode acontecer em um virar de páginas. Quando você se apega a alguém, G.R.R.M. vai lá e o mata! Sem dó nem remorso. Mas isso deixa o livro e seus personagens ainda mais memoráveis.
Super recomendo!
E como dizem os Stark, "O Inverno Está Chegando..."
Vida longa à Aslam!
As Crônicas de Nárnia merece um lugar de destaque entre os meus livros
favoritos. Dividido em sete crônicas magníficas, o livro conta a história de
um mundo mágico onde tudo é possível chamado Nárnia, desde sua criação ao seu fim.
Não há quem tenha assistido ao filme O Leão, A Feiticeira e O Guarda Roupa e não tenha se encantado com o maravilhoso mundo congelado e habitado por animais fantásticos onde Lúcia, Edmundo, Susana e Pedro vão parar.
Então, este é Nárnia, um mundo onde tudo é possível. O enredo da primeira crônica lançada é em torno dos quatro irmãos Pevensie e da Feiticeira Branca, uma mulher malvada que mantém Nárnia num inverno eterno a cem anos. Quando, após atravessar um guarda roupa mágico, os irmãos se deparam com este novo mundo, eles tentam trazer de volta à Nárnia a glória de outrora.
E com este enredo simples e fabuloso, conhecemos os irmãos Pevensie, que nos acompanham em outros livros, e que são, talvez, os protagonistas da história.
Mas protagonista é o que não falta. Aslam, o Leão, é uma espécie de deus em Nárnia, ele quem a criou e é quem tudo pode. O Príncipe Caspian é outro dos personagens de destaque, sendo um dos protagonistas nos quarto e quinto livros.
Enfim, há dezenas de personagens encantadores, e não posso deixar de citar Ripchip, o ratinho falante, um animal gracioso e (as vezes) irritante, que conquista a todos os leitores.
Claramente o autor C.S.Lewis se inspirou nas escrituras bíblicas para escrever as crônicas, e foi muito bem sucedido. Sendo O Sobrinho do Mago, a primeira crônicas, uma referência ao Gênesis, e A Última Batalha, o épico desfecho, uma alusão ao Apocalipse.
É um livro infantil, afinal conta com uma leitura fácil e leve (facilmente você lerá as setecentas e poucas páginas), com elementos engraçados, personagens cativantes e aprendizados ao longo das histórias. No entanto, isso não quer dizer que um adulto não possa ler. O livro agrada a todos os públicos!
Em minha opinião, a melhor das sete é A Viagem do Peregrino da Alvorada, a quinta crônica, onde nossos amados Lúcia, Edmundo e Eustáquio embarcam numa missão no mar e viajam até os arredores do país de Aslam, com um desfecho lindo.
Já o menos legal é O Cavalo e Seu Menino. Achei que não influenciou em nada no geral e a história não me encantou tanto quanto nos outros...
Não preciso de um guarda-roupa mágico ou dos anéis, visitei Nárnia! E Aslam sempre esteve e estará comigo...
p.s. É bom adquirir o volume único se você está com pressa de ler a série, mas senão e se você puder, aconselho-o a adquirir os volumes separados, que por sinal são lindos. *-*
Não há quem tenha assistido ao filme O Leão, A Feiticeira e O Guarda Roupa e não tenha se encantado com o maravilhoso mundo congelado e habitado por animais fantásticos onde Lúcia, Edmundo, Susana e Pedro vão parar.
Então, este é Nárnia, um mundo onde tudo é possível. O enredo da primeira crônica lançada é em torno dos quatro irmãos Pevensie e da Feiticeira Branca, uma mulher malvada que mantém Nárnia num inverno eterno a cem anos. Quando, após atravessar um guarda roupa mágico, os irmãos se deparam com este novo mundo, eles tentam trazer de volta à Nárnia a glória de outrora.
E com este enredo simples e fabuloso, conhecemos os irmãos Pevensie, que nos acompanham em outros livros, e que são, talvez, os protagonistas da história.
Mas protagonista é o que não falta. Aslam, o Leão, é uma espécie de deus em Nárnia, ele quem a criou e é quem tudo pode. O Príncipe Caspian é outro dos personagens de destaque, sendo um dos protagonistas nos quarto e quinto livros.
Enfim, há dezenas de personagens encantadores, e não posso deixar de citar Ripchip, o ratinho falante, um animal gracioso e (as vezes) irritante, que conquista a todos os leitores.
Claramente o autor C.S.Lewis se inspirou nas escrituras bíblicas para escrever as crônicas, e foi muito bem sucedido. Sendo O Sobrinho do Mago, a primeira crônicas, uma referência ao Gênesis, e A Última Batalha, o épico desfecho, uma alusão ao Apocalipse.
É um livro infantil, afinal conta com uma leitura fácil e leve (facilmente você lerá as setecentas e poucas páginas), com elementos engraçados, personagens cativantes e aprendizados ao longo das histórias. No entanto, isso não quer dizer que um adulto não possa ler. O livro agrada a todos os públicos!
Em minha opinião, a melhor das sete é A Viagem do Peregrino da Alvorada, a quinta crônica, onde nossos amados Lúcia, Edmundo e Eustáquio embarcam numa missão no mar e viajam até os arredores do país de Aslam, com um desfecho lindo.
Já o menos legal é O Cavalo e Seu Menino. Achei que não influenciou em nada no geral e a história não me encantou tanto quanto nos outros...
Não preciso de um guarda-roupa mágico ou dos anéis, visitei Nárnia! E Aslam sempre esteve e estará comigo...
p.s. É bom adquirir o volume único se você está com pressa de ler a série, mas senão e se você puder, aconselho-o a adquirir os volumes separados, que por sinal são lindos. *-*
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