Três reinos compõe Mítica, um terra onde já ouve magia, mas que ela está esquecida a muitos anos. Limeros, Paelsia e Auranos. Os três reinos entram em combate. E quatro jovens enfrentam seus destinos. De qual lado você vai ficar?
A Queda dos Reinos é um livro de fantasia que já atrai pela capa linda e misteriosa.Embora A Queda dos Reinos tenha um começo impecável, eu pensei "é só mais um livro normal".
Só que quando realmente passei a me dedicar à leitura e cheguei mais ou menos da metade do livro, acontece uma coisa que eu fiquei com vontade de gritar!
Sério, após esse pequeno fato, uma sucessão de cenas perfeitas, cheias de ação começam a acontecer a cada capítulo.
E mortes!
Acho que a autora Morgan Rhodes decidiu fazer cosplay de GRRM e começou a matar vários de seus personagens. E nunca são mortes chatas e sem importância. São mortes que mudam o curso da história dos personagens!
O ponto alto do livro, além da diagramação belíssima, é seus personagens. São quatro protagonistas: Cleo, a filha mais nova do rei de Auranos; Magnus, o primogênito do rei
de Limeros; Jonas, um camponês rebelde de Paelsia; e Lucia, uma garota
adotada pela família real de Limeros que busca a verdade sobre seu
passado.
Meu favorito é Magnus, cuja evolução ao longo da história foi surpreendente. O pai dele é um cara totalmente odiável em quem ninguém deveria confiar... mas tá, sem spoiler.
Eu amei cada um dos reinos. Limeros, no Norte, um reino frio onde o povo é muito religioso e tradicional. Paelsia, o reino mais pobre dos três, cujo povo sobrevive de plantações escassas, exceto a de uvas. Vinho e uvas sustentam a economia de Paelsia, embora o reino seja explorado pelos vizinhos do Sul. Auranos, o reino do Sul, o mais rico e luxuoso, de abundantes terras verdes.
A única coisa de odiei no livro, e isso é algo bom, foi o personagem Aron, noivo de Cleo! Cara, dá vontade de matar!
O livro fará parte de uma série de quatro livros. Já tem dois livros publicados no Brasil (o segundo se chama Primavera Rebelde) e três lá fora.
Bem, acho que é só! Super recomendo o livro, ele merece muito cinco estrelas.
E cuidado: like a GoT, seu personagem favorito pode morrer a qualquer momento!
terça-feira, 10 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Como ler O Festim e A Dança paralelamente.
Olá leitores compulsivos!
Essa postagem vai ser mais ou menos uma dica para quem ainda não leu O Festim dos Corvos e A Dança dos Dragões.
Para quem não sabe, O Festim e A Dança acontecem simultaneamente, após o final de A Tormenta. Até metade do quinto livro, a história acontece paralelamente ao quarto, mas depois disso as histórias se juntam e tudo volta ao ritmo normal.
A explicação para isso é que o autor George R.R. Martin havia planejado que A Dança dos Dragões seria o quarto livro, mas enquanto estava escrevendo notou que o livro tomaria proporções enormes! Então, decidiu que dividiria o livro.
Só que, em vez de pegar metade da história e fazer um livro e depois pegar a outra metade e fazer outro, ele preferiu colocar toda a história para metade dos personagens.
Enfim, há quem prefira, por isso, ler os dois livros simultaneamente, e eu recomendo isso, caso você já tenha os dois com você.
Eu queria seguir a dica, mas acabou que eu não tinha os dois livros comigo, então tive que ler um de cada vez. Na verdade, só li O Festim, ainda não estou n'A Dança, mas agora já tenho o livro.
Essa postagem vai ser mais ou menos uma dica para quem ainda não leu O Festim dos Corvos e A Dança dos Dragões.
Para quem não sabe, O Festim e A Dança acontecem simultaneamente, após o final de A Tormenta. Até metade do quinto livro, a história acontece paralelamente ao quarto, mas depois disso as histórias se juntam e tudo volta ao ritmo normal.
A explicação para isso é que o autor George R.R. Martin havia planejado que A Dança dos Dragões seria o quarto livro, mas enquanto estava escrevendo notou que o livro tomaria proporções enormes! Então, decidiu que dividiria o livro.
Só que, em vez de pegar metade da história e fazer um livro e depois pegar a outra metade e fazer outro, ele preferiu colocar toda a história para metade dos personagens.
Enfim, há quem prefira, por isso, ler os dois livros simultaneamente, e eu recomendo isso, caso você já tenha os dois com você.
Eu queria seguir a dica, mas acabou que eu não tinha os dois livros comigo, então tive que ler um de cada vez. Na verdade, só li O Festim, ainda não estou n'A Dança, mas agora já tenho o livro.
Fahrenheit 451, uma previsão que (quase) acertou!
Imagine um livro de ficção científica escrita na década de 1950. O que vem a cabeça são carros voadores, máquinas do tempo e robôs, certo? Pode ser, mas o mundo previsto por Ray Bradbury está muito mais próximo à realidade que vivemos hoje.
Em Fahrenheit 451 as pessoas são acomodadas e mal pensam. Elas simplesmente passam os dias assistindo a reality shows em enormes telas nas paredes de sua casa.
Isso se encaixa muito com os dias atuais, com famílias inteiras que passam o tempo todo sentados de frente à TV assistindo novelas, séries ou reality shows que não acrescentam nada à sua mentalidade.
O livro é uma distopia que mostra um lado nada divertido do futuro. Na sociedade criada por Bradbury, ler se tornou um crime. Os governantes descobriram que as pessoas que leem são mais racionais e que elas podem atrapalhar a sociedade submissa criada por eles.
Assim sendo, todos os livros do mundo devem ser queimados. E realizar esse "ato de justiça" é a função dos bombeiros. Com o avanço da tecnologia, as casas e os prédios não correm mais o risco de serem incendiadas, portanto os bombeiros perderam sua utilidade inicial.
Agora, ao invés de apagar as chamas, eles as acendem. Nos livros!
O protagonista do livro é Montag, um bombeiro. Certa vez, num dia de trabalho até então normal, ele vê uma mulher que prefere ser queimada junto com seus livros do que viver sem a leitura.
Essa fato desperta nele a curiosidade pela leitura. É quando conhece uma menina de 16 anos de sua vizinhança, Clarisse, que na minha opinião é a melhor personagem do livro. Ela lhe faz perguntas como: "É verdade que antigamente os bombeiros apagavam fogo ao invés de ateá-lo?", "Você nunca leu um livro antes de queimá-lo?"e por fim, "Você é feliz?".
Então, a vida de Montag nunca mais é a mesma. Ele pega para si alguns livros e começa a lê-los escondido em casa. Até ser descoberto pela esposa.
Não vou falar mais senão solto spoiler, mas o livro é basicamente isso. Um homem que passa a se fazer perguntas que podem desconstruir tudo o que entendia do mundo, e sua busca pela felicidade e liberdade de pensar.
Gostei muito do livro, ele é pequeno e de leitura rápida. O final, na minha opinião, deixou um pouco a desejar, mas mesmo assim a ideia do livro e alguns de seus personagens valem a leitura.
Em Fahrenheit 451 as pessoas são acomodadas e mal pensam. Elas simplesmente passam os dias assistindo a reality shows em enormes telas nas paredes de sua casa.
Isso se encaixa muito com os dias atuais, com famílias inteiras que passam o tempo todo sentados de frente à TV assistindo novelas, séries ou reality shows que não acrescentam nada à sua mentalidade.
O livro é uma distopia que mostra um lado nada divertido do futuro. Na sociedade criada por Bradbury, ler se tornou um crime. Os governantes descobriram que as pessoas que leem são mais racionais e que elas podem atrapalhar a sociedade submissa criada por eles.
Assim sendo, todos os livros do mundo devem ser queimados. E realizar esse "ato de justiça" é a função dos bombeiros. Com o avanço da tecnologia, as casas e os prédios não correm mais o risco de serem incendiadas, portanto os bombeiros perderam sua utilidade inicial.
Agora, ao invés de apagar as chamas, eles as acendem. Nos livros!
O protagonista do livro é Montag, um bombeiro. Certa vez, num dia de trabalho até então normal, ele vê uma mulher que prefere ser queimada junto com seus livros do que viver sem a leitura.
Essa fato desperta nele a curiosidade pela leitura. É quando conhece uma menina de 16 anos de sua vizinhança, Clarisse, que na minha opinião é a melhor personagem do livro. Ela lhe faz perguntas como: "É verdade que antigamente os bombeiros apagavam fogo ao invés de ateá-lo?", "Você nunca leu um livro antes de queimá-lo?"e por fim, "Você é feliz?".
Então, a vida de Montag nunca mais é a mesma. Ele pega para si alguns livros e começa a lê-los escondido em casa. Até ser descoberto pela esposa.
Não vou falar mais senão solto spoiler, mas o livro é basicamente isso. Um homem que passa a se fazer perguntas que podem desconstruir tudo o que entendia do mundo, e sua busca pela felicidade e liberdade de pensar.
Gostei muito do livro, ele é pequeno e de leitura rápida. O final, na minha opinião, deixou um pouco a desejar, mas mesmo assim a ideia do livro e alguns de seus personagens valem a leitura.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Aniversário dos tios Rick e Edu *-*
Olá, leitores compulsivos!
Hoje, dia 05 de junho, é o aniversário de dois dos meus escritores favoritos! Parabéns a Rick Riordan e Eduardo Spohr.
Esses dois são muito divos e escrevem bem pakas! Ambos escrevem fantasia e ambos escrevem sobre deuses, embora sejam mitologias bem diferentes uma da outra. Sou muito fã deles!
Muitos anos de sucesso aos dois!! *-----*
Hoje, dia 05 de junho, é o aniversário de dois dos meus escritores favoritos! Parabéns a Rick Riordan e Eduardo Spohr.
Esses dois são muito divos e escrevem bem pakas! Ambos escrevem fantasia e ambos escrevem sobre deuses, embora sejam mitologias bem diferentes uma da outra. Sou muito fã deles!
Muitos anos de sucesso aos dois!! *-----*
#Tag Minha Família Literária
Olá leitores compulsivos!
Googleando por aí, vi essa tag no blog Apaixonadas Por Livros e decidi me "auto-taguear".
A Tag consiste em criar uma família com personagens de livros :3
Você precisa criar Pai, Mãe, Avô ou Avó, Tio ou Tia, e Irmãos.
Googleando por aí, vi essa tag no blog Apaixonadas Por Livros e decidi me "auto-taguear".
A Tag consiste em criar uma família com personagens de livros :3
Você precisa criar Pai, Mãe, Avô ou Avó, Tio ou Tia, e Irmãos.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Nova Capa by Vitória Cholanda
Olá leitores compulsivos!Essa postagem é dedicada à minha queridíssima amiga Vitória Cholanda. :3
Ela é dona do blog Os Tesouros de Uma Leitora Compulsiva, que também está no facebook e no You Tube.
Nossa amizade começou de modo bem engraçada. Lá estava eu, chegando na faculdade com a camisa do Acampamento Júpiter, quando vejo uma menina de laranja, com o símbolo do chalé 3 nas costas da camisa e uma mecha de cabelo azul. Então saiu correndo atrás dela e cutuco seu ombro. Ela vira e então estamos abraçados. HAHA.
E assim, eu e a Vitória começamos uma amizade bem legal, e embora não nos encontremos com frequência, estamos sempre nos comunicando.
Enfim, minha querida amiga/blogueira/semideusa/potterhead criou para mim essa capa divônica que já tô usando no blog! *-* Hoje a vi na faculdade e ela não me disse nada, daí entro no blog dela e vejo a capa! Adorei a surpresa!!
O Festim dos Corvos... e quantos corvos!
Acostumados com A Tormenta de Espadas, as
pessoas partem para O Festim dos Corvos com sede de sangue, e daí se
decepcionam com o livro ao descobrir que ele não segue o mesmo ritmo do
anterior.
Em O Festim dos Corvos, o que restou após A
Tormenta de Espadas, são cadáveres espalhados para todo lado! O reino está
devastado, com vilas incendiadas, órfãos abandonados, corpos enforcados por
todos os lados, cadáveres boiando nos rios, e bandos de fora-da-lei espalhados
pelas estradas. Assim sendo, os corvos se banqueteiam no cadáver de Westeros.
O livro é bem diferente dos três primeiros,
principalmente pela falta de vários personagens amados pelos fãs, como Jon,
Danny e Tyrion. Bran e Davos também não aparecem.
No entanto, sem eles, alguns outros puderam dar
um ar da graça, como Cersei, cujos capítulos me surpreenderam. Gostei muito
dela, mas Cersei continua sendo uma vadia odiável.
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